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11.4.12

Brasserie Rosário





Dia desses fui resolver pendências no Centro do Rio e aproveitei para tomar um café na Brasserie Rosário, e então percebi que nunca tinha falado dela aqui no blog, apesar de já tê-la frequentado algumas vezes. A casa, em pleno Rio Antigo, produz pães e doces de confeitaria deliciosos, tem mesinhas charmosas na rua -- fechada para carros -- e um ambiente de móveis de madeira aconchegante, apesar do pé direito alto. Lá dentro, um restaurante sobre o qual não posso opinar, já que nunca provei dos pratos anunciados na tabuleta de giz. Mas o lugar vale a visita, principalmente, por estar onde está. A Rua do Rosário é uma graça, com seus sobradinhos coloniais reformados e bem cuidados. Além disso, o sobrado no qual está instalada a Brasserie servia como sede da Tesouraria do Império, nos tempos de D. João VI.

Brasserie Rosário

22.6.09

Pirenópolis III - e chega.


Broinha quentinha, no Café Pirineus, na Praça do Coreto. Não fiz fotos do café gelado, mas é imperdível. Sem mais para o momento.

1.7.08

Café no Parque Lage






Todo mundo precisa ir ao Parque Lage pelo menos uma vez na vida, nem que seja para conhecer as locações de Terra em Transe, de Glauber Rocha. Se ainda puder tomar um gostoso café enquanto admira este lugar lindo (cuja construção inciou em 1849 e até os anos 60 era, inacreditavelmente, a propriedade paricular de uma família), melhor ainda. Pois foi o que fiz num fim de semana recente. Fui ao Café du Lage (um casal gasta cerca de R$ 35,00 e sai muito satisfeito), e sentei ao lado de quadros e instlações produzidas pelos alunos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, expostos no belíssimo pátio interno da casa. Dali, é possível subir o morro do Corcovado, e parece que a caminhada leva pouco mais de uma hora. Se não estiver afim de subir coisa alguma, como era meu caso, contente-se com a belíssima vista para o Cristo Redentor e uns passeios rápidos nos bosques, com cascatas, grutas e até uma torre no melhor estilo "Rapunzel, jogue suas tranças". Coisa linda, e para não abandonar o velho chavão, "nem parece que estamos no meio da cidade". O café é gostoso, embora o atendimento seja um dos mais lentos da cidade. Mas não importa, o negócio é relaxar. Coma frutas, suco de laranja, iogurte com granola, misto quente, pãezinhos variados... e aproveite. Hum, delícia.

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Parque Lage
Rua Jardim Botânico, 414
Aberto de segunda a quinta de 9h às 22:30, e de sexta a domingo, de 9h às 17:30

29.6.08

O brigadeiro do Colher de Pau


Este é o melhor brigadeiro do Rio de Janeiro, segundo o júri da revista Veja Rio, na sua eleição de 2008. E ele é vendido no Colher de Pau, um lugar simpático, em Ipanema, que tem doces muito gostosos. O brigadeiro é show de bola, ou, literalmente, show de bolinha. Parece que alguém acabou de fazer em casa. Este, da foto, devorei com minha amiga Mirna, parceira de cafés, doces e ótimas conversas nas mesas do bairro. Hum, delícia.

Colher de Pau
Rua Farme de Amoedo, 39, Ipanema
(21) 2523-3018

10.5.08

Bom mesmo é Café Capital








"Bom mesmo é Café Capital / É bom / Bom mesmo é Café Capital / É bom / Há mais de meio século famoso ? Capital é café mais gostoso / Bom mesmo é Café Capital / É bom / Tomo um, tomo dois, tomo três / Porque / Depois de um Café Capital / Bom mesmo é Café Capital outra vez / É bom..."

O jingle que alardeava maravilhas do Café Capital não é do meu tempo, mas de tanto ouvir falar no danado parece que nasci ouvindo a tal musiquinha, muito simpática, aliás. Um dia, dando meus esbordeios pela "cidade" - como o carioca chama carinhosamente a "região central" da metrópole - topei com o estabelecimento cujo nome lá em cima, em letreiro ainda antigo, era o tal: Café Capital. Passei a frequentar, acompanhada de alguns colegas de "firma". O que se vê nas fotos é um pouquinho do ambiente, que ostenta uma decadência elegante - pelo que pude apurar, há mais de meio século está lá o Capital, na Marechal Floriano, quase esquina com Uruguaiana. As antigas máquinas de café (não é expresso, não, minha gente!), a simpatia dos funcionários, o carrinho estacionado em frente (não pude saber se está lá por abandono ou "em exposição") e o saboroso cafezinho farão você esquecer que há mesas tubulares horrorosas a sua volta - nunca ocupadas, é verdade. O charme é comprar a fichinha de R$ 1,00 no caixa, depositá-la no balcão e esperar pela xíxara quentinha, em pé, ali mesmo. Aliás, não é preciso dialogar com ninguém para ser servido, a dinâmica é simples: um real no caixa, uma ficha no balcão, uma xícara de café, dois ou três goles rápidos. E de volta ao trabalho que a vida segue.
(Em www.cafécapital.com você pode ouvir o jingle, ler receitas e dicas sobre como preparar um bom café)